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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Hino Rio-Grandense



Wilson Paim (youtube) ou veja também: geral do Grêmio (youtube)

Como a aurora precursora
Do farol da divindade,
Foi o Vinte de Setembro
O precursor da liberdade.

Mostremos valor, constância,
Nesta ímpia e injusta guerra;
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda a terra.
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda a terra

Mas não basta, para ser livre,
Ser forte, aguerrido e bravo;
Povo que não tem virtude,
Acaba por ser escravo.

Mostremos valor, constância,
Nesta ímpia e injusta guerra;
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda a terra.
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda a terra

Composição: Joaquim José de Mendanha


segunda-feira, 13 de setembro de 2010

The sound of silence...


(Canela - Rio Grande do Sul, Brasil)

Simon & Garfunkel (youtube)

Hello darkness, my old friend,
I've come to talk with you again,
Because a vision softly creeping,
Left its seeds while i was sleeping,
And the vision that was planted in my brain
Still remains
Within the sound of silence.
In restless dreams i walked alone
Narrow streets of cobblestone,
'neath the halo of a street lamp,
I turned my collar to the cold and damp
When my eyes were stabbed by the flash of a neon light
That split the night
And touched the sound of silence.

And in the naked light i saw
Ten thousand people, maybe more.
People talking without speaking,
People hearing without listening,
People writing songs that voices never share
And no one dare
Disturb the sound of silence.

'fools' said i, 'you do not know
Silence like a cancer grows.
Hear my words that i might teach you,
Take my arms that i might reach to you.'
But my words like silent as raindrops fell,
And echoed
In the wells of silence

And the people bowed and prayed
To the neon god they made.
And the sign flashed out its warning,
And the words that it was forming.
And the sign said, 'the words of the prophets

Are written on the subway walls
And tenement halls.'
Whispered in the sound of silence...
tradução

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

No rumo de um coração...



César Oliveira e Rogério Melo (youtube)

Patrão
Me empreste um pingo dos buenos
Que tenha trote sereno pra visitar meu amor
E vou numa marcha estrada a fora
Pra chegar antes da hora que desabrocha uma flor

Talvez, talvez
Num rancho que fiz pra ela
Encontre junto à janela
A minha prenda de fé
Sorrindo, sorrindo
Num olhar de primavera
Ao terminar sua espera
Escutando um chamamé

Talvez, escutando um chamamé

Mas volto
Pra estância no outro dia
A entoar melodias ao longo do corredor
Bombeando o brilho dos olhos dela
Ao acenar da janela do nosso rancho de amor

O pingo, o pingo
Um mouro gordo e delgado
Pêlo fino e bem tosado
Pra os caprichos da paixão
Pressente, pressente
E se queda junto as "casa"
Pra repisar a mesma estrada
No rumo de um coração

O pingo, no rumo de um coração...